quarta-feira, 17 de março de 2010

“PIRIQUETES” METIDAS LEVAM XUMBREGA COM O PEREGRAS

SORRIA PERIFERIA! NIGHT dessas aí, resolvi sair para balada com a minha namorada, a gostosona da Nilza. Sentamos na mesa de um barzinho do suburby e não demorou para algumas amigas da Nilza encostarem. Já chegaram com o cigarrão fedorento futebol clube soltando baforadas e contando vantagens. People, as duas “peças”, estilo “piriquetes” eram tão metidas e estavam ali se sentindo o gás da Coca-Cola. Pois é, mas quem as conhece sabem que não são nem metade do que pensam ser... Pasme, elas me esnobaram, ficaram conversando com a Nilza como se eu não estivesse ali. Confesso que me senti o homem invisível. Mesmo com a indiferença das criaturas procurei ser simpático, em respeito a minha namorada. Foi então que elas começaram a abusar, pediram whisky, porção de peixe empanado, tábua de queijos e frios, convidaram vários amigos à mesa e deitaram o cabelo nas louras geladas, cuba libre, caipivodka e outras coisitas mas. Como não poderia deixar de ser, logo a turma cresceu e é lógico que sempre aparece aquele “tolemado” que acha que está arrasando com seu carro improvisado de mini trio elétrico e com aquela trilha sonora que é um “Mergulho”, mistura de merda com bagulho. Foi o fim da gota! Logo pensei, será que elas é que vão pagar a conta? Lógico que não! Vai acabar sobrando para este colunista brega, chique, caliente e etecetera e tal, mas que não tem nada de besta. Mais do que depressa fui até o balcão, paguei a minha parte ao garçom, chamei a minha namorada no canto, levei uma idéia com ela, entramos na Brasília de guerra e vazamos do lugar que nem gás. Eu não sei como terminou a história, mas do jeito que as piriquetes são, com certeza elas encontram “tolemado” para pagar a conta, ou então mandou pendurar na conta de Aristeu (by se ele não pagar tampouco eu).
E vamos que vamos!

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