sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CALOUROS NÃO SOIS “BICHOS” HOMENS É QUE SOIS


PELO AMOR DE Dadá, Dedé, Didi, Mussum e Zacarias! E a cada edição dos famigerados trotes, os protagonistas e os propositores conseguem se superar. A proposta não é só de colocar os jovens calouros ao ridículo, mas sim humilhá-los publicamente. A coluna por várias vezes denunciou esses trotes, mas pelo andar da Brasília de guerra a comunidade universitária prefere imitar os macaquinhos do não vejo, não falo e não ouço. E o que parece ser uma vitória para aqueles que conseguiram ser aprovados num vestibular, vem como uma forma depreciativa de recompensa, ao serem tratados não como gente, mas como “bichos” (by apelido dado aos calouros pelos veteranos). Em pleno século XXI, eu penso que este tipo de trote de raspar os cabelos, pintar e fazer os calouros ficarem na esquina pedindo esmolas estão démodé e super fora de moda. Numa época em que convivemos com tragédias ocasionadas por enchentes, seca, tsunamis, terremotos e outras coisitas dos gêneros, os futuros médicos, advogados, engenheiros, administradores de empresa, contadores, odontologos e outros, deveriam realizar trotes solidários em favor dessas vitimas, numa forma de mostrar para os seus familiares, amigos e comunidade Figueirense em geral, quem serão os profissionais do futuro. A humanidade ainda tem cura, mas os profissionais na realização desses humilhantes trotes precisam ser identificados e expurgados do meio universitário.
E vamos que vamos!

Um comentário:

  1. È isso aí. Ridiculo e constrangedor ver esses jovens aceitando essa coisa tão retrogada que é o trote nessas condições, Gostei e amei esse comentário. Isso tem que acabar.

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