quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

TEIAS & COSTURAS

RODÍZIO – Pizzarias da city, principalmente aquelas que se propõem a promover rodízio, deveriam colocar mais profissionais à disposição para atender a sua clientela. Night dessas aí, o Peregras levou a gostosona da Nilza e os catarrentos para um rodízio de pizzas, mas o único rodízio que tivemos foi de raiva, angustia, fome e revolta. Pasme, people, em 45 minutos na pizzaria, os garçons só passaram em nossa mesa, três vezes. Vencidos pelo cansaço e mau atendimento, pedi a conta, paguei e fui embora pau da vida. Pasme, people, nem desconto a gerência da casa deu. Tiske, tiske, tiske...

BEICINHO – Como eu sempre digo, quem não está pronto(a) para receber uma criticazinha acha que fazendo biquinho e tratando o Peregras com a frieza de um pingüim, vai me incomodar e me deixar sem dormir. Oh, dó!!

CAMPANHA – E lá naquele órgão, seu rei ainda não está morto e nem passou a coroa, mas já tem gente de lá, fazendo campanha em favor de quem por lá, não é bem-vindo e nem querido pelos seus colegas. Portanto...

BLÁ blá blá abobrístico feito dia desses aí Pelo amigo Ponciano e que merece registro: “Karoba, o capital da mulher está na beleza, e a beleza do homem está no capital”. Toim!!

RECANTO – Minha queridissima amiga, a charmorrerrima Wanessa Ramos, deverá abrigar grandes promoções sociais no seu Recanto do Rio Eventos, neste ano. O Karobinha esteve lá e recomenda o local para a realização de festas de casamento, formaturas e aniversários. Vale a pena conferir!

PÁRA-QUEDISTAS – O ano começa e o(a)s karobano(a)s precisam estar atentos com os pára-quedistas de plantão que caem na região, em período eleitoral em busca dos nossos preciosos votos e depois de eleitos nem as caras dão mais por aqui. Para refletir!!

PLACAS – E a dona prefê precisa mostrar neste ano, porque aumentou o IPTU dos figueirenses em 40%. A cidade está precisando de novos asfaltos, porque os atuais estão derretendo e se transformando em buracos, sem contar na falta de sinalização nas ruas do suburby. Pasme, people, as ruas vão de lugar nenhum para nenhum lugar. Afe!

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